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Mostrando postagens de junho, 2017

Almada Negreiros

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Almada Negreiros, A sesta , 1939 Das muitas figuras que merecem destaque  no in í cio do século XX em Portugal, Almada Negreiros é sem d ú vida o artista mais completo e o que melhor se adapta ao conceito de vanguardista. Começou sua carreira art í stica fazendo desenho humor í stico, colaborou com a revista  Orpheu , tornou-se pintor, bailarino, core ó grafo, figurista, desenhador, autor de teatro e n ã o fez distinç ã o entre os setores da Arte. Em 1927, chega em Madrid  e integra-se à vida madrile ñ a, dando mostra de sua intensa atividade cultural participando das tert ú lias do Café Pombo e do Café La Granja El Henar, colaborando como ilustrador de diversas revistas e seguindo de perto as tert ú lias de arquitetura do Café Zahara. rfequentou Federico Garc í a Lorca, Unamuno e Valle-Incl á n. Enfim, cinco anos intensos que foram estudados por investigadores de diversas  á reas e que foram reunidos no livro  Almada Negreiros en Madrid , public...

Cinema e literatura

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O Telão começa falando sobre a resenha organizada pela Secretaría General Iberoamericana (SEGIB) que associa cinema e literatura. Do dia 05 ao dia 09 de junho, na Biblioteca Eugenio Trias, no Parque do Retiro, os cinéfilos e curiosos podem assisitir a filmes portugueses e brasileiros baseados em obras literárias dos dois países. O primeiro filme será Ensaio sobre a cegueira , de Fernando Meirelles inspirado no livro homônimo de José Saramago. Para quem tem restrições relacionadas à adaptação de obras literárias ao cinema, aviso que o trabalho de Meirelles agradou ao Nobel português, como podemos ver neste trecho do documentário José e Pilar: Mas Ensaio sobre a cegueira não é o único caso de uma adaptação brasileira de uma obra portuguesa presente nesta resenha de cinema e literatura. O carioca Daniel Filho levou o clássico de Eça de Queirós, para o outro lado do oceano em 2007 e colocou o sotaque brasileiro nos personagens O primo Basílio . Portugal apresenta três filmes...

Oquestrada

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A Feira do Livro não é feita só de livros, conta também com shows, filmes, leituras dramatizadas e bilingues. Na noite do dia 27 de maio o grupo Oquestrada apresentou-se na Casa de Vacas do Parque do Retiro e quem conferiu o show pode dançar, ouvir boa música e rir com as brincadeiras da carismática vocalista,  Marta Miranda. O grupo português, ativo desde 2002, mescla música popular com fado e sons tradicionais com modernos e passa longe de rótulos e definições de gênero musical.  Oquestrada leva ao palco um resultado autêntico que associa guitarra portuguesa, uma contrabacia mais que original tocada por Jean Marc Pablo (foto abaixo), um acordeão e um trompete. Em 2009 o grupo lançou Tasca Beat – O sonho português, no qual encontramos Oxalá, Se esta rua fosse minha e Senhora do Tejo . Em 2014 chegou o Atlantic Beat Mad’in Portugal, com O teu murmúrio , Parei na madrugada e Sweet old country (um fado europeu). Não é nada difícil ficar com a música dos portug...